Pelo menos 81 cidades brasileiras vão apagar neste sábado (26) as luzes de seus principais monumentos, durante uma hora, para se somar à Hora do Planeta.
A iniciativa é uma campanha da organização ambientalista WWF (World Wildlife Fund) para mostrar o apoio global à luta contra a mudança climática.
A Hora do Planeta deixará às escuras pontos turísticos como o Cristo Redentor, a praia de Copacabana, o Jardim Botânico de Curitiba, o paredão da hidroelétrica de Itaipu, a estátua de Iracema de Fortaleza e o estádio Pacaembu de São Paulo, elevador Lacerda, estátua do poeta Castro Alves e o Cristo da Barra, em Salvador.
Além das 81 cidades que já formalizaram sua participação na iniciativa, entre elas 14 capitais, outra dezena pode aderir a lista de monumentos que ficarão às escuras entre 20h30 e 21h30, informaram os organizadores.
A Hora do Planeta pretende envolver mais de 1 bilhão de pessoas e mobilizar 3.800 cidades do mundo. No sábado, há atividades em pelo menos 131 países e em 26 grandes cidades, entre elas São Paulo e Rio de Janeiro.
Contribua fazendo a sua parte! Aproveite e olhe para as estrelas e veja como é belo o UNIVERSO!
sábado, 26 de março de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
Yoda, numa árvore, nas Filipinas
O Yoda é muito lindinho, tem uma cara de carente, de coitadinho...
Pelo jornal britânico "Metro", Yoda foi "encontrado". Em uma árvore nas Filipinas, pendurado.
Um társio, o "Yoda filipino" é. Sabe o társio? Então, é um animal comum aos primatas prossímios, da família dos tarsiídeos, noturnos, arborícolas e insetívoros, encontrados na Indonésia, Malásia e Filipinas.
Disse o fotógrafo:
"Eu estava caminhando pela selva e, de repente, vi este carinha me olhando. Sou meio geek, e pensei 'ei, ele parece o Yoda", ao "Metro", o fotógrafo Erik Mikhailov, autor da foto, contou.
quarta-feira, 23 de março de 2011
Moramos num Planeta, que é Água, não, que é Terra!
Muitos dizem que a água é um recurso inesgotável, enquanto outros reagem. Mas, estudos sobre o sistema hídrico mundial são unânimes em dizer que se a média do consumo global não diminuir, no curto prazo, teremos problemas de escassez. A saída seria diminuir o consumo?
Imagine quantas nascentes estão morrendo por causa do desmatamento, quantos rios estão contaminados por falta de saneamento básico e pelos lixos, que vão parar dentro deles, recebendo até mesmo animais mortos. Qualquer pessoa sabe que não poluir os rios é mais inteligente e viável economicamente do que limpar suas águas.
Segundo o Atlas da Água, a Terra dispõe de aproximadamente 1,39 bilhão de quilômetros cúbicos de água, e essa quantidade não vai mudar. Desse total 97,2% está nos mares. Restam 2,8% de água doce, dos quais mais de 2/3 ficam em geleiras. No fim das contas, menos de 0,4% da água existente na Terra está disponível para atender nossas necessidades e a demanda é crescente.
Robin Clarke e Jannet King, do Atlas da água, estudiosos, fazem uma alerta: “o abastecimento de água no mundo está em crise e as coisas vêm piorando ”. O relatório trienal de 2009, divulgado pelo UNESCO, diz que 2025, cerca de 3 bilhões de pessoas – mais da metade da população mundial- sofrerão com a escassez de água.
Nosso Brasil tem um volume de água muito bom, entre 12 a 16% da água doce da superfície terrestre. Temos bons índices de chuvas, o rio Amazonas é o rio de maior volume e nosso território abriga o maior aqüífero do mundo, o guarani. Essa água pode ser aproveitada na construção de poços artesianos.
Fica a pergunta: por que os governos não investem corretamente em saneamento básico? Esta deficiência faz com que mais de 20% dos lares brasileiros lancem seu esgoto em córregos, represas e rios. Esse é um questionamento que todas as pessoas gostariam de respostas lógicas. Alem do que a poluição afeta a biodiversidade e compromete uma série de serviços ambientais prestados pelos ecossistemas.
Com foco nessa questão a ONU lançou a década da água (2005 a 2015), para neste período concentrar esforços em reverter o quadro de deterioração do recurso do planeta; haja esforços, é mais uma questão de gestão pública e seriedade para implementar as ações.
Muitos dos rios no mundo dificilmente serão despoluídos, pela questão do alto custo, causando um desequilíbrio enorme na vida das pessoas, mas são as mesmas pessoas que contribuíram e contribuem para esse caos; isso é uma incongruência, um paradoxo, mas é real.
Muitos são os caminhos e desafios a serem percorridos, possíveis, viáveis, como reaproveitamento da água, construções sustentáveis e uma política educativa, investindo em publicidade e educação ambiental, desde a educação infantil, para que crianças, jovens e adultos tomem consciência que nós somos os maiores predadores de nossa própria casa, de nosso habitat, a Terra. Devemos aprender a aprender a respeitar os recursos naturais que nos foram disponibilizados pelo Criador e não por nós, que estamos vergonhosamente destruindo.
Bombeiro salva cachorro com respiração boca-a-boca
Grande é a missão dos bombeiros corajosos, que enfrentam todas as difuiculdades e desafios para salvarem VIDAS! Parabéns, esses sim podem ser chamados de heróis!
Uma cadela foi ressuscitada com respiração boca-a-boca por um bombeiro após ser resgatada de um incêndio na cidade de Hull, em Yorshire, oeste da Grã-bretanha.
Os donos da vira-lata Sunny, Beryl e Ken Honeyball, estavam fora de casa quando um incêndio acidental atingiu a construção.
"Eu também amo cachorros, tenho um boxer de 8 anos. Estou aliviado porque ela sobreviveu", disse.
Uma cadela foi ressuscitada com respiração boca-a-boca por um bombeiro após ser resgatada de um incêndio na cidade de Hull, em Yorshire, oeste da Grã-bretanha.
Os donos da vira-lata Sunny, Beryl e Ken Honeyball, estavam fora de casa quando um incêndio acidental atingiu a construção.
Herói´
Depois do incêndio, o bombeiro pediu para ser informado sobre a saúde de Sunny."Eu também amo cachorros, tenho um boxer de 8 anos. Estou aliviado porque ela sobreviveu", disse.
Mais de 50 bilhões de outras galáxias no Universo.
Não podemos depois de tantas evidências científicas acreditar que somos o único planeta habitável nesse universo; somos um planeta ainda muito atrasado moralmente e é muita pretensão daqueles que acreditam sermos os único planeta com vida.
Vejam o estudo do link acima.
Apenas na nossa galáxia, a Via Láctea, podem existir até 2 bilhões de planetas de tamanho semelhante ao da Terra. E isso é apenas a ponta do iceberg estelar. Cientistas estimam que existam mais de 50 bilhões de outras galáxias no Universo.
Os primeiros dados do telescópio Kepler, divulgados em fevereiro, mas reunidos agora em um novo estudo de pesquisadores do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, na Califórnia, sugerem que entre 1,4% e 2,7% das estrelas parecidas com o Sol possam ter planetas com tamanho entre 0,8 e 2 vezes o da Terra.
A maioria deve estar na chamada zona habitável --a distância da estrela que permite a presença de água líquida, considerada condição essencial à vida.
Esse detalhe animou os cientistas. "Com um número assim tão grande [de planetas com tamanho parecido com o da Terra], há uma boa chance de existir vida, talvez até inteligente, em alguns deles", disse ao site Space.com o astrônomo da Nasa José Catanzarite, um dos responsáveis pela pesquisa.
Nesses astros, que são mais antigos e já esgotaram o suprimento de gás hélio, a detecção é mais complexa. Os cientistas pretendem localizar os planetas pela força gravitacional que eles exercem, e não por alterações no brilho da estrela, como no telescópio Kepler.
Como estrelas desse tipo são bem mais comuns do que as do tipo do Sol, é muito provável que possam existir ainda mais "Terras" por aí.
Verdades, Mentiras!
O que é a verdade? Quanto vale o dom da verdade? A verdade ilumina, a mentira ofusca.
Quantas mentiras foram ditas, quantas verdades foram esquecidas!
Quantas verdades elucidaram. Verdades deixaram pessoas esperando.
Muitas verdades deixaram lágrimas, mas quantas são sorrisos!
A mentira faz sofrer e a verdade?
Às vezes se tem medo da verdade, mas a verdade é simplesmente verdade, nada teme, não agride, é livre, é divina.
Muitos fogem da verdade, por medo, por pressão, por opressão. Muitos buscam a mentira, por fraqueza, por maldade, por vileza, pela falta de valores éticos, por submissão ao mal, por omissão, por corrupção!
O que é a verdade? Cada um tem uma verdade? A minha verdade é a sua verdade? É universal? É moral?
A mentira sempre é mentira, maltrata, corrompe, despreza, destrói, mata, abandona, desprotege, desampara, aniquila a sabedoria do ser humano!
A verdade nunca deixa de ser verdade, não tem lado, é pura, incisiva, branda, pacífica, traz a paz de espírito, esclarece, amadurece, liberta.
Mentira: fuja dela. Verdade: conheça-a
terça-feira, 22 de março de 2011
Educação: é difícil entender o que significa?
Tema recorrente em qualquer pleito político no mundo, não é diferente no Brasil, prioridade para todos, importante investir na melhoria da educação, a escola tem sua importância na perspectiva de incluir a parcela da sociedade, é importante reformular ensino para formarmos leitores, incentivar professor, reeducar o olhar, tudo isso e muito mais ouvimos como estratégia de desenvolvimento do nosso Brasil, dos Estados, das cidades.
Mais uma vez, em 2011, nossa Educação é contingenciada com um bilhão de reais. O MEC ainda não definiu quais dos seus programas perderão recursos, mas uma parte da conta ficará para as universidades federais. O contingenciamento do Orçamento da Educação no ano passado foi maior do que o anunciado agora (cerca de R$ 2 bilhões). Isso demonstra como a prática de cortes na área é comum, ao invés de aumentar o investimento.
Relatório da Unesco divulgado nesta terça-feira (1º), em Nova Iorque, apontou que 28 milhões de crianças em todo o mundo ficam sem estudar devido aos conflitos armados nos países pobres. Elas também são expostas ao risco de serem vítimas de violações e violência sexual, de ataques direcionados a escolas e outros atentados contra os direitos humanos.
Para o coordenador da Unesco, Paolo Fontani, também é necessário aumentar os valores destinados à educação para a reconstrução de países pós-conflitos, e as escolas têm de ser uma necessidade imediata. “A educação é fundamental para construção de valores de tolerância, convivência e sociedade de paz. Não é só desenvolvimento humano, mas é um processo fundamental para reparar grandes desgastes que uma guerra provoca no corpo e na alma das pessoas. A educação forma cidadãos.”
Isso não é novidade, qualquer gestor medíoce sabe disso, mas infelizmente ainda não tivemos um gestor inteiramente comprometido com as profundas mudanças no nosso país, que inevitavelmente virão, após investirmos na educação.
O relatório alerta que as falhas na educação alimentam os conflitos; com certeza aumentam e comprometem a permanência do povo na ignorância para não lutar pelos seus direitos, de forma digna, sem violência.
O estudo sobre os conflitos armados não inclui dados sobre o Brasil. Apesar de estar fora da rota das guerras, o Brasil apresenta números pouco positivos.
Em 2007, de acordo com a Unesco, 682 mil crianças, com idades entre 7 e 10 anos, estavam fora da escola no Brasil. Metade das crianças fora da escola em todo mundo se concentra em 15 países – o Brasil é um deles.
Em 2008, apenas 48% das crianças entre 4 e 6 anos que compreendem a educação infantil, estavam fora da escola.
A maioria dos adultos analfabetos se concentra em 10 países, entre os quais o Brasil, que apesar de ter reduzido em 2,8 milhões a população analfabeta entre 2000 e 2007, ainda tinha 14 milhões de analfabetos em 2007.
Queremos gestores responsáveis, que invistam na educação, pelo menos o valor estabelecido na Lei, isso é direito do povo e dever dos governos.
Mais uma vez, em 2011, nossa Educação é contingenciada com um bilhão de reais. O MEC ainda não definiu quais dos seus programas perderão recursos, mas uma parte da conta ficará para as universidades federais. O contingenciamento do Orçamento da Educação no ano passado foi maior do que o anunciado agora (cerca de R$ 2 bilhões). Isso demonstra como a prática de cortes na área é comum, ao invés de aumentar o investimento.
Relatório da Unesco divulgado nesta terça-feira (1º), em Nova Iorque, apontou que 28 milhões de crianças em todo o mundo ficam sem estudar devido aos conflitos armados nos países pobres. Elas também são expostas ao risco de serem vítimas de violações e violência sexual, de ataques direcionados a escolas e outros atentados contra os direitos humanos.
Para o coordenador da Unesco, Paolo Fontani, também é necessário aumentar os valores destinados à educação para a reconstrução de países pós-conflitos, e as escolas têm de ser uma necessidade imediata. “A educação é fundamental para construção de valores de tolerância, convivência e sociedade de paz. Não é só desenvolvimento humano, mas é um processo fundamental para reparar grandes desgastes que uma guerra provoca no corpo e na alma das pessoas. A educação forma cidadãos.”
Isso não é novidade, qualquer gestor medíoce sabe disso, mas infelizmente ainda não tivemos um gestor inteiramente comprometido com as profundas mudanças no nosso país, que inevitavelmente virão, após investirmos na educação.
O relatório alerta que as falhas na educação alimentam os conflitos; com certeza aumentam e comprometem a permanência do povo na ignorância para não lutar pelos seus direitos, de forma digna, sem violência.
O estudo sobre os conflitos armados não inclui dados sobre o Brasil. Apesar de estar fora da rota das guerras, o Brasil apresenta números pouco positivos.
Em 2007, de acordo com a Unesco, 682 mil crianças, com idades entre 7 e 10 anos, estavam fora da escola no Brasil. Metade das crianças fora da escola em todo mundo se concentra em 15 países – o Brasil é um deles.
Em 2008, apenas 48% das crianças entre 4 e 6 anos que compreendem a educação infantil, estavam fora da escola.
A maioria dos adultos analfabetos se concentra em 10 países, entre os quais o Brasil, que apesar de ter reduzido em 2,8 milhões a população analfabeta entre 2000 e 2007, ainda tinha 14 milhões de analfabetos em 2007.
Queremos gestores responsáveis, que invistam na educação, pelo menos o valor estabelecido na Lei, isso é direito do povo e dever dos governos.
O Baixo Ranking da Educação Brasileira
No dia 07/12 foi divulgado o relatório do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA) resultado do exame da avaliação do desempenho de alunos na faixa dos 15 anos, feito pela OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico), que avaliou em 2009 o conhecimento de cerca de 470 mil estudantes em leitura, ciências e matemática de 65 países.
Para tristeza de brasileiras e brasileiros, o país continua abaixo da média mundial nos pilares educacionais da leitura, matemática e ciência. O Brasil ficou em 53º no ranking, atrás de nações como Chile, Trinidad e Tobago, Colômbia, México e Uruguai.
O que acontece com o nosso país, que não avança em políticas educacionais? Do que o país tem medo? Esse é o tema mais recorrente, como prioridade, em qualquer debate sobre desenvolvimento e direitos! E as promessas dos governos sobre “tudo pela educação”? O que está acontecendo com a responsabilidade educacional dos governos, federal, estadual e municipal?
Educar um ser, dar condições dignas para uma pessoa ter conhecimentos, instrução, cultura, oferecer uma escola como perspectiva de inclusão para a sociedade, reformular ensino, reeducar o olhar dos professores e alunos, formar leitores, esses são direitos dos cidadãos e cidadãs e obrigação do Estado, dever de quem assume a responsabilidade de gerir a política humana, isso faz parte dos direitos humanos.Para complementar essa lastimável e triste situação lemos nos jornais, a notícia que o orçamento deixa fundo da Educação com R$ 1,4 bi a menos: “A complementação da União à verba destinada ao Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) para 2011 está R$ 1,4 bilhão abaixo do valor mínimo constitucional. O valor foi aprovado ontem (9) pela Comissão Mista de Orçamentos da Câmara dos deputados. O fundo, que é formado por verbas municipais, estaduais e federais, é distribuído para a educação básica; pelo menos 60% dos recursos são usados para o pagamento de professores”.
O que nos faz pensar que há responsabilidade ou vontade para mudar a educação do nosso querido Brasil, lindo, que nos oferece tantas belezas, tanta diversidade de raças? A grande violência que vivemos chega dentro das escolas, prejudica o ensino; o desempenho escolar é prejudicado pelo uso de álcool, drogas ilícitas e pelo bullying.
São problemas demais que precisam ser resolvidos, a educação precisa de um olhar humanista, o professor precisa de formação, as escolas reformuladas, abertas para receber as famílias, a educação precisa de investimento e aplicação eficaz de verbas, senão nosso ranking continuará caindo e nossos direitos também, aliás, todos nós sairemos perdendo. Precisamos ter esperança, queremos eficácia na gestão pública, seriedade, verdade, ética, valores e acima de tudo compromisso com a Nação.
Lutas e Conquistas: Consciência de Todos
Provavelmente, em 1532, foi o ano da introdução dos primeiros escravos negros no Brasil, após uma reivindicação expressa pelos colonos portugueses à Coroa. Em 1824 é outorgada pelo imperador, a primeira Carta Brasileira, Constituição Imperial, que aboliu a pena de açoite, mas o Código Criminal do Império, no seu art. 60, a admite, “se o réu for escravo”….. Lastimável!
Em 1885 o governo brasileiro, sob forte pressão, promulgou a Lei dos Sexagenários, concedendo liberdade aos escravos com ou mais de sessenta anos. Enfim, em 1888 foi promulgada a Lei Áurea. E só em 1951, por lei, preconceito de cor é incluído entre as contravenções penais.
Desde então conselhos, frentes, grupos, livros, músicas, fundações, institutos, enfim, órgãos e leis, foram criados em prol da eliminação da discriminação racial, com objetivos na construção de ações afirmativas e medidas compensatórias que promovam social e politicamente a população negra.
Brasil, o maior país negro fora da África. Depois de tramitar por quase uma década pelas duas casas legislativas foi sancionando pelo presidente Lula, dia 20 de outubro, o Estatuto da Igualdade Racial, que possibilita a correção de desigualdades históricas, no que se refere às oportunidades e direitos ainda não plenamente desfrutados, no mercado de trabalho, na escolarização, condições de moradia, segurança, saúde, qualidade de vida, para uma parcela da população que representa, atualmente, 50,6% da sociedade.
A educação, como direito universal, requer a configuração de uma educação anti-racista como pressuposto imperativo para a construção de um novo modelo de desenvolvimento para o Brasil, eliminando discriminação entre negros e brancos. Precisamos apresentar nas escolas, para crianças, jovens, adultos, políticas que traduzam mudanças de valores, solidariedade, respeito às diversidades, inclusão de fato, ou seja, uma educação como solução para os desafios do progresso humano.
É imprescindível viver com dignidade, em que todos sejam respeitados nas suas diferenças, mas todos tenham os mesmos direitos, iniciando pelas crianças, independente de raça e cor, que tenham o direito de nascer, o direito de não morrer de fome, o direito à educação, de 0 a 5 anos, direito ao ensino fundamental e médio, mas de qualidade, direito à cultura, direito de cursar uma universidade pública, direito ao emprego, direito de ir e vir sem ser assaltado, direito ao lazer, esportes. Queremos viver numa República Democrática e Digna, que se preocupa com seus filhos, garantindo-lhes os direitos estabelecidos pelas Leis, no mínimo.
Em 1885 o governo brasileiro, sob forte pressão, promulgou a Lei dos Sexagenários, concedendo liberdade aos escravos com ou mais de sessenta anos. Enfim, em 1888 foi promulgada a Lei Áurea. E só em 1951, por lei, preconceito de cor é incluído entre as contravenções penais.
Desde então conselhos, frentes, grupos, livros, músicas, fundações, institutos, enfim, órgãos e leis, foram criados em prol da eliminação da discriminação racial, com objetivos na construção de ações afirmativas e medidas compensatórias que promovam social e politicamente a população negra.
Brasil, o maior país negro fora da África. Depois de tramitar por quase uma década pelas duas casas legislativas foi sancionando pelo presidente Lula, dia 20 de outubro, o Estatuto da Igualdade Racial, que possibilita a correção de desigualdades históricas, no que se refere às oportunidades e direitos ainda não plenamente desfrutados, no mercado de trabalho, na escolarização, condições de moradia, segurança, saúde, qualidade de vida, para uma parcela da população que representa, atualmente, 50,6% da sociedade.
A educação, como direito universal, requer a configuração de uma educação anti-racista como pressuposto imperativo para a construção de um novo modelo de desenvolvimento para o Brasil, eliminando discriminação entre negros e brancos. Precisamos apresentar nas escolas, para crianças, jovens, adultos, políticas que traduzam mudanças de valores, solidariedade, respeito às diversidades, inclusão de fato, ou seja, uma educação como solução para os desafios do progresso humano.
É imprescindível viver com dignidade, em que todos sejam respeitados nas suas diferenças, mas todos tenham os mesmos direitos, iniciando pelas crianças, independente de raça e cor, que tenham o direito de nascer, o direito de não morrer de fome, o direito à educação, de 0 a 5 anos, direito ao ensino fundamental e médio, mas de qualidade, direito à cultura, direito de cursar uma universidade pública, direito ao emprego, direito de ir e vir sem ser assaltado, direito ao lazer, esportes. Queremos viver numa República Democrática e Digna, que se preocupa com seus filhos, garantindo-lhes os direitos estabelecidos pelas Leis, no mínimo.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Mentiras e verdades sobre a Transposição do Rio São Francisco
Um amigo Fabio Oliveira enviou-me essa matéria, socializo com vocês.
Frente Cearense por uma nova cultura das águas e contra a Transposição do Rio São Francisco
| M E N T I R A S Os Governos Federal e Estadual contam... | V E R D A D E S As organizações da Sociedade Civil afirmam... |
| O Rio São Francisco não está morrendo; ele ainda é muito saudável e pujante. | O Rio São Francisco está morrendo porque: não tem mais mata ciliar; 95% já foi desmatado e já perdeu 75% de sua vegetação; quase todo esgoto doméstico, industrial e hospitalar é jogado diretamente no Rio; projetos de irrigação intensiva e monocultura eliminam nascentes e pequenos riachos; a construção de barragens eliminou várias espécies de peixes. Por isso, ele precisa de um programa de revitalização para que volte a ser como antes. |
| A transposição não causará impactos ambientais porque teve parecer favorável do Ibama. “Estamos pensando num programa de desenvolvimento sustentável do semi-árido”. (Palavras do Ministro Ciro Gomes). “Todas as questões que o Comitê de Bacias queria ver adaptadas no projeto já foram aceitas pelo governo”. (Palavras do Ministro Ciro Gomes). O Ministro Ciro Gomes diz que o Comitê da Bacia hidrográfica do Rio São Francisco aprovou o projeto de transposição defendido pelo Governo Federal. | A Transposição causará impactos ambientais porque haverá extinção de espécies de peixes; aumento da erosão e assoreamento do leito do Rio, proliferação de doenças, devido ao lixo doméstico e hospitalar jogado em suas águas. O parecer do Ibama foi rejeitado pelo Procurador da República. O estudo do Ibama não considera as 34 comunidades indígenas e as 153 quilombolas que estão na área de abrangência do Projeto. A Diretoria do Comitê da Bacia Hidrográfica do São Francisco afirma que o Governo Federal tem atropelado os princípios do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos, as competências legais do Comitê e o Plano de Recursos Hídricos da Bacia, contando para isso, com o apoio do Ministério do Meio Ambiente. |
| A transposição garantirá água para 12 milhões de pessoas. Somente 1% das águas do São Francisco será utilizado na transposição. O projeto acabará com os efeitos da seca na Região. | Ela NÃO atenderá 12 milhões de pessoas necessitadas, destinando-se principalmente à irrigação, à carcinicultura e ao Porto do Pecém. A obra, ainda que realizada, vai continuar requerendo investimentos para ações emergenciais de convivência com a seca |
| O governo federal organizou a realização de audiências públicas com a sociedade civil para fazer o debate. | A estratégia do Governo com relação ao projeto foi evitar o debate. As audiências públicas foram apenas uma formalidade burocrática. Das 12 prevista, só quatro aconteceram, |
| “A transposição das águas do Rio é uma revolução na região que vai produzir efeitos extraordinários daqui a 5,6 ou 10 anos”, (Palavras do Presidente Lula) | A Transposição NÃO garantirá água para a população necessitada porque atenderá diretamente apenas parcela da população do semi-árido; A água passará muito distante dos locais mais secos, onde a situação de seca é mais grave como, por exemplo, a região dos Inhamuns. Serão deslocados de suas áreas, agricultores familiares para implementação de grandes projetos de irrigação, reforçando a concentração de renda e as desigualdades sociais; |
| O Governo federal irá fazer a transposição e, ao mesmo tempo, a revitalização do Rio. | O Governo Federal NÃO dispõe de recursos para fazer a transposição e a revitalização do Rio, ao mesmo tempo. O custo da transposição é altíssimo e se estenderá por vários anos. A insegurança quanto ao fornecimento de energia aumentará, pois a transferência de água compromete a geração de energia. Já vivemos a experiência dos apagões no Brasil. |
| A água a ser retirada do Rio vai ser usada principalmente para matar a sede de milhões de nordestinos . A transposição vai resolver definitivamente o problema da seca no Nordeste. | Um volume muito pequeno da água do São Francisco será utilizado para o abastecimento da população. O projeto prevê o uso de até 1/3 da quantidade total de água disponível no Rio, para vários outros usos. O Governo NÃO tem um projeto consistente para os problemas do semi-árido que garanta acesso e gestão adequada das águas. |
| O governo federal omite o valor final da água da transposição. O projeto custará ao governo R$ 4,5 bilhões. | A Transposição vai elevar o preço das tarifas de água e de luz da população, devido aos altos custos de operação e manutenção. O projeto implicará em investimentos que podem chegar a R$ 10 bilhões |
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